20 anos de parceria com a CF
“Uma parceria de 20 anos com excelentes resultados para o nosso grupo.”
Revisão do regime, análise de créditos e preparação para IBS, CBS e split payment. A Reforma Tributária muda preço, margem e caixa, e quem se planeja antes sai na frente.
O enquadramento de anos atrás pode não ser o mais barato hoje.
A partir de 2027 a empresa do Simples escolhe recolher dentro ou fora do DAS, e a escolha mexe no preço.
O imposto passa a ser retido no pagamento, e o caixa sente antes do fim do mês.
Sem simular a nova carga, o preço de venda pode deixar de cobrir o custo.
Créditos que a empresa tem direito e não aproveita.
Muita notícia, pouca orientação aplicada ao seu caso.
Comparação entre Simples, Lucro Presumido e Lucro Real com os seus números.
Impacto de IBS e CBS sobre preço, margem e caixa da empresa.
Ajuste do capital de giro para a retenção na fonte.
Levantamento de créditos e recuperação do que foi pago a mais.
Planejamento dentro da lei, documentado e defensável.
Revisão periódica conforme a Reforma avança.
Faturamento, despesas, folha e regime atual.
Cenários comparados lado a lado, com e sem a Reforma.
O caminho mais vantajoso, explicado em linguagem de dono.
Mudança de regime e rotinas, com acompanhamento.
Clientes da rede CF contando, em vídeo, o que muda quando a contabilidade trabalha a favor do negócio.
20 anos de parceria com a CF
“Uma parceria de 20 anos com excelentes resultados para o nosso grupo.”
“Aquela sensação de você estar bem, mas você ser pego de surpresa, aquilo acaba. Porque agora você tem dados, você tem números.”
“Você tirou um retrato da situação da minha empresa e era muito ruim, e você foi muito honesto comigo.”
Sim, quando feito com base nos números da empresa e dentro dos prazos legais. O planejamento tributário usa só o que a lei permite.
A transição começa em 2026 e se estende até 2033. A escolha do Simples sobre IBS e CBS vale a partir de 2027, então a decisão precisa ser tomada antes.
Sim. Ela vai escolher recolher IBS e CBS dentro ou fora do DAS, e isso muda a competitividade diante de clientes que aproveitam crédito.
É o estudo, feito dentro da lei, para a empresa pagar o menor imposto possível: escolha do regime, aproveitamento de créditos, enquadramento correto das atividades e organização das operações. É feito antes do fato gerador, com os números reais da empresa.
Sim. A lei permite que a empresa escolha o caminho menos oneroso entre as opções que ela mesma oferece; isso se chama elisão fiscal. O que é crime é a sonegação: omitir receita ou fraudar documentos. O planejamento da CF é documentado e defensável.
O Simples Nacional unifica os tributos numa guia só (DAS) para empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano. No Lucro Presumido, o imposto de renda e a CSLL são calculados sobre um percentual fixo da receita, para faturamento de até R$ 78 milhões. No Lucro Real, o cálculo é feito sobre o lucro efetivo, e ele é obrigatório acima desse limite e para algumas atividades.
A escolha vale para o ano inteiro e é feita no começo do ano: a opção pelo Simples Nacional vai até o último dia útil de janeiro, e a do Lucro Presumido ou Real é confirmada com o primeiro pagamento do ano. Por isso a simulação precisa estar pronta antes de janeiro.
PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS dão lugar a um IVA dual: a CBS, federal, e o IBS, de estados e municípios, além do Imposto Seletivo sobre alguns produtos. 2026 é ano de teste; em 2027 a CBS substitui PIS e Cofins; ICMS e ISS diminuem gradualmente até deixarem de existir em 2033.
É o recolhimento automático do imposto no momento do pagamento: quando o cliente paga, a parte da CBS e do IBS é separada e enviada direto ao governo. Na prática, o dinheiro do imposto nem passa pelo caixa da empresa, e o capital de giro precisa ser planejado para isso.
É a revisão dos tributos pagos nos últimos cinco anos para identificar valores recolhidos a mais ou créditos não aproveitados. O que for identificado pode ser compensado com impostos futuros ou restituído.
Serve, e muitas vezes é onde mais faz diferença: um enquadramento errado de atividade no Simples ou a escolha do anexo errado pesa proporcionalmente mais no caixa de uma empresa pequena.
Um especialista da CF da sua região analisa o seu caso e mostra os cenários.